Do GPT ao Claude: A Jornada de um Desenvolvedor de Vancouver pelo Velho Oeste do Vibe Coding
Há seis meses, achei que tinha encontrado o santo graal. O GPT ia mudar tudo – caramba, foi transformador. Mas aqui está o problema com momentos revolucionários: às vezes você só percebe o quanto sua revolução era desajeitada quando encontra algo melhor. E às vezes você só percebe o perigo do seu brinquedo novo quando ele constrói para você um castelo de cartas.
Conheça a Anthropic (/an-THROP-ik/), empresa fundada por ex-funcionários da OpenAI, e o Claude (/klohd/), seu modelo principal. Trabalhar com Claude me fez perceber que meus primeiros dias com GPT eram como tentar programar num Nokia dos anos 90 comparado a um iPhone – só que o iPhone também pode incendiar sua garagem se você não ler o manual.
Não estou aqui para detonar completamente o GPT – ele ainda domina a narrativa mainstream e tem suporte de ferramentas mais amplo. Mas estou aqui principalmente para falar sobre algo que consumiu minha vida pelo que parecem décadas (embora tenham sido apenas seis meses): vibe coding.
Que Diabos é Vibe Coding? (E Por Que Não É Mágica)
Se você ainda não descobriu o vibe coding, largue tudo e entre nessa – mas mantenha seu capacete de pensamento crítico. O termo foi popularizado por Andrej Karpathy, que o descreveu como "entregar-se totalmente às vibes, deixar a IA gerar código e simplesmente aceitar isso como garantido". Parece libertador.
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